Paulo Rodrigues
Percorre a cartografia da mente com uma lucidez que fere e liberta. Em Correntes Invisíveis da Consciência, os 32 poemas desenham um mapa de prisões sem grades, onde a dúvida é vertigem e a consciência, lâmina. Do amor-dependência ao espelho do mundo exterior, a sua voz reconcilia o indizível com o vivido. Herdeiro de inquietações que dialogam com Álvaro de Campos, Sá-Carneiro, Sócrates e Sartre, escreve para quem reconhece que as maiores correntes são as que não se veem.

